Um maluco ligou um portatil à rede electrica caseira e através da Internet, recebe um feed do Twitter. Resultado, o Twitter transformado num imenso controlo remoto da iluminação lá de casa. A ver...
Control Lights with Twitter from Justin Wickett on Vimeo.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Esta é uma das utilizações do twitter mais hardcore que já vi
sábado, 29 de novembro de 2008
O Twitter é o novo canal de divulgação dos Freelancers
Fala-se e escreve-se por essa Internet fora sobre todo o tipo de utilizações para o Twitter. O passarinho está para ficar. E todos os dias se encontram novas utilizações para um serviço que na sua essência, é muito simples. Basicamente é um sítio onde se colocam mensagens curtas e se podem interligar com mensagens de outros. Mas este artigo não é sobre o funcionamento geral do Twitter. É, sobre uma utilização que tenho vindo a acompanhar (e usar) desde há algum tempo.
O mercado dos freelancers mudou-se quase por inteiro para o twitter. Mais e mais freelancers juntam-se no twitters para trocar experiências, mágoas e trabalhas. Há inclusivé canais de anúncios de oportunidades para freelancers. Na verdade, esta é a tónica dominante face ao mercado. As empresas voltam-se cada vez mais para freelancers. E, acima de tudo, mais e mais profissionais viram-se para uma actividade liberal como freelancer.
Cortam-se os custos, radicalmente. Trabalhando a partir de casa temos menos gastos. Não há transportes, não há refeições fora.
Eu acredito numa explosão do twitter como serviço direccionado aos freelancers. Bem como o aparecimento de um conjunto grande de ferramentas para servir esta nova franja dos utilizadores da Internet. Falta regulamentação, obviamente, da actividade. Mas acredito também que o mercado se irá encarregar de regulamentar e auto-defender. Para já, o twitter apresenta-se como mais um canal. Sempre disponível. A todas as horas e em todos os fusos horários do mundo.
Espero bem que se construeam as condições necessárias para que este tipo de empreendorismo subsista como uma forma de vida comum. A economia precisa de freelancers, principalmente numa altura de crise e recessão. Cá vamos estando nós, os freelancers.
Postado por Ricardo às 14:48 0 comentários
Marcadores: Freelancers, Internet, Tendências, Twitter
quarta-feira, 12 de novembro de 2008
O fenómeno #Anita (take 2)
Sinto-me na obrigação de explicar de onde vem todo este movimento sobre a #Anita.
Anita é um nome em Português de uma personagem de livros infantis chamada Martine. Esta personagem foi criada em 1923 por Gilbert Delahaye e ilustrado por Marcel Marlier. Os títulos desta obras invariávelmente começam pelo nome da personagem seguido de uma aventura. Títulos como "Anita dona de casa" ou "Anita perdo o seu cão", na versão portuguesa, claro.
Ora pegando nesta temática, os utilizadores Portugueses do Twitter decidiram começar a inventar nomes alternativos para obras da Anita. Títulos tais como "Anita arruma carros" ou "Anita sai da desintoxicação" surgiram numa alternativa.
Isto só por si não constituiria novidade. Mas a verdade é que todos começaram a falar da #Anita ao ponto de estar melhor cotado no Twitter que o próprio Obama. A comunidade Portuguesa chegou mesmo a causar períodos de descontinuidade do serviço. Tudo por causa da pobre #Anita.
Blogs e Twitter, será uma batalha?

Já ninguém pode ficar indiferente ao pardalito (também conhecido como Twitter). Muitas são as utilizações deste serviço. Os seus criadores, quando tiveram esta ideia, nunca imaginaram que iria ter o impacto que tem. E teve impactos a todos os níveis inclusive na linguagem onde foi criado: o Ruby.
O Ruby e o Ruby on Rails são considerados os "New Kids on the Block". Uma linguagem recente que tem vindo a ganhar adeptos por todo o mundo, a uma velocidade impressionante. O Twitter funciona um pouco como "showcase" desta linguagem. É, provavelmente, a aplicação mais difundida e mais falada das novas aplicações de Ruby.
Mas agora, coloca-se a grande questão: Qual será o futuro deste serviço?
Muitos apontam-no como o fim do blogging tal como o conhecemos. E de certa forma é. Na minha opinião, é apenas o fim do blogging distanciado. Onde o blogger é alguém que desconhecemos. Está algures numa cave protegido por uma agência secreta que nem sigla tem. E de vez em quando regurgita pérolas de saber que todos correm para ler e saborear (que imagem horrível.. adiante...).
O Twitter traz o blogger para o contacto directo com os leitores. Ele está ali, de facto, lançando pequenas mensagens de 140 caracteres. Responde directamente a contactos, provocações e até a pedidos de orçamento para trabalho. Muitos são os negócios que se assentam no Twitter para florescer. Opiniões passam, questões discutem-se, por todos. Desde o mais comum e banal dos mortais até ao dono da empresa mais poderosa. O Twitter serve como porta de entrada para todas estas opiniões. Desde as mais simples e disparatadas até às mais complexas. Serve de porta de entrada para os bloggers. Para anunciarem quando há posts novos nos seus projectos. Até já vi uma cantina de uma universidade usar o Twitter para anunciar o que são os pratos dos dias diariamente.Este serviço é o complemento que se procurava e que faltava à blogosfera. A componente de "tempo-real" que estava a fazer tanta falta. Agora, para muitos, utilizar e publicar a sua conta de Twitter é um acto de coragem. De publicamente dizerem que estão ali, naquele espaço, prontos a receberem questões directas. E, acima de tudo, que estão prontos
a responder. Ou então, fica a prova provada que não têm essa coragem. Que apenas versejam opiniões quando têm a "rede de segurança" e que podem ler e reler antes de publicarem. Para que nada saia em falso. Para nunca se porem em cheque.O Twitter, de novo na minha opinião, fica a funcionar como uma peneira. Algo que poderá ser usado para separar uns, dos outros. Talvez não em Portugal, que somos demasiado levados pela vaidade, pelo nome, pela exposição glamorosa. Mas no mundo já se sente isso. E, provavelmente, cá será apenas uma questão de tempo. Seja qual for o desfecho, o panorama da rede nunca mais será o mesmo a partir de agora.
Postado por Ricardo às 13:58 0 comentários